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Ora, pílulas
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Resmungos e pitacos Quinta-feira, Agosto 17, 2006 Glória do desporto nacional Oh, Internacional Que eu vivo a exaltar Levas a plagas distantes Feitos relevantes Vives a brilhar Olhos onde surge o amanhã Radioso de luz, varonil Segue tua senda de vitórias Colorado das glórias Orgulho do Brasil É teu passado alvi-rubro Motivo de festas em nossos corações O teu presente diz tudo Trazendo à torcida alegres emoções Colorado de ases celeiro Teus astros cintilam num céu sempre azul Vibra o Brasil inteiro Com o clube do povo do Rio Grande do Sul Hino Do Internacional Celeiro de Ases (Nélson Silva, 1957) E melhor que ver os bambis perderem a Libertadores é ir às ruas no dia seguinte e não ver UMA camisa daquele time nojento nas ruas. Cadê a torcida? Onde estão os "fanáticos torcedores" da semana retrasada? Ser torcedor na vitória é fácil!!! É por essas e outras que, aconteça o que acontecer, Palmeiras e Corinthians são os grandes clubes paulistas e fazem o maior clássico do Estado. Porque o outro time não tem torcida, só um bando de oportunistas!!
postado por: MONOGLOTA 1:46 PM Comments:Terça-feira, Agosto 15, 2006 SANDICES Três enterros em DVD! Hoje passei em frente a uma locadora e vi um cartaz anunciando o lançamento do ótimo filme Três Enterros em DVD. Não consegui ver se já foi lançado ou não, mas não deixa de ser uma ótima dica para quem gosta de um bom filme, contundente sem ser panfletário. Três Enterros é a estréia de Tommy Lee Jones (Homens de Preto) na direção. O filme mostra a vida de um fazendeiro que vive próximo à fronteira do México, e a grande viagem empreendida por ele até o país vizinho para enterrar seu empregado, um imigrante clandestino. É, como disse muito bem a Érica, um "horse movie". E muito mais que isso. É interessante ver como ele expõe a delicada relação dos rudes imigrantes chicanos com os não menos americanos e os problemas enfrentados por cada um deles, sem pieguice nem condescendência. O verdadeiro mundo cão da fronteira é exposto em todos os detalhes, sem nenhum tipo de truque ou artifício que suscite sentimentalismos baratos. Está tudo ali, para quem quiser ver. E a dureza não é vivida só pelos "pobres mexicanos". Há espaço para o tédio do casal recém chegado ao Texas, a relação de cada um teles com a televisão, o sexo sem sal e os vizinhos esquisitos. Digno de nota também é o cego à espera do filho. Tudo isso sem falar na viagem empreendida pelo personagem de Lee Jones por paisagens inóspitas, mas belíssimas. E aqui podemos ver a grande diferença deste filme em relação a outra película que tem o Oeste Americano como tema. Mesmo com a longa viagem dos personagens, não há um clima arrastado, como se vê em O Segredo de Brokeback Mountain. Tudo é intenso, sem enrolação ou choramingos. O final é daqueles que ficam em aberto, sem solução fácil para o espectador. Para ficar pensando por um bom tempo. Entrevistas E o "Jornal Nacional" resolveu fazer entrevistas com os principais candidatos à presidência da República. E, pra variar, resolveram beneficiar clamorosamente um deles. No caso, evidentemente, o Presidente Lula, futuro Guia dos Povos, Grande Timoneiro, Líder da América Latina ou algo que o valha. Se todos os demais candidatos foram até os estúdios da Globo para serem entrevistados na bancada do "Jornal Nacional", porque o mesmo não aconteceu com o Sapo Barbudo? É essa a igualdade de condições pregada pelo Bonner? Pior do que isso é ter de ouvir reclamações dos petistas acerca das "perguntas tendenciosas" dos apresentadores. Tenha dó, né? AI-MEU-DEUS-DO-CÉU Dirijo-me ao supermercado da cidade, para me credenciar naqueles planos especiais que permitem aos clientes parcelar as compras do mês. Deixo os dados cadastrais e, dias depois, me ligam avisando que alguns dados precisavam ser trocados. Motivo: eu passei os telefones comerciais das minhas "referências" (poderia dizer "testemunhas") e os manés do supermercado alegaram que não podiam aceitar telefones comerciais (caralho, então porque aceitaram da primeira vez?). No dia seguinte, enquanto me dirigia ao trabalho, resolvi dar um pulo no supermercado e vou direto ao guichê dos cadastros. Na fila, espero duas pessoas serem atendidas e, quando chega a minha vez, exponho o caso: (Eu) - Vim aqui trocar os telefones de referência... (Mongolóide) - Ah, você pode fazer isso pelo telefone tal... (Eu, pensando) - Claro, todo mundo me atende rapidamente pelo telefone e resolvem todos os problemas facilmente. Vim pra fila apenas e tão somente pra ficar olhando essa sua cara de pastel amassado. (Eu) - E você mesma não pode fazer isso? (Mongolóide, com cara de pastel amassado) - Ah, posso sim. (Eu, puto) - Então, faz isso, por favor. Volto pra casa, imbecil, crente que o problema foi resolvido. Dias depois, me liga um filho da puta do supermercado: (FDP) - Ah, esses telefones não servem. (Eu) - Por quê? (FDP) - Porque são residenciais e não encontramos as pessoas. (Eu) - Mas claro que não encontraram. Eles ficam o dia inteiro fora de casa. Por isso passei os telefones comerciais. É onde eles podem ser achados. (FDP) - Mas não pode, porque se mandarem eles embora blá blá blá blá blá blá... (Eu) - E celular? (FDP) - Celular não, porque as pessoas podem trocar blá blá blá blá blá blá (Eu) - E a pessoa também não pode trocar o residencial? (FDP) - Ah, pode sim, mas blá blá blá blá blá blá porque blá blá blá blá blá e daí blá blá blá. Resultado: em enchi daquela putaria burocrática, me recusei a procurar outras referências e concluir o cadastro e fui fazê-lo no supermercado concorrente, onde nem de longe tive esses problemas. Se má vontade desse pena de morte... postado por: MONOGLOTA 4:29 PM Comments:Segunda-feira, Agosto 07, 2006 SANDICES De novo, o Narigudo Lobista... A intenção era não escrever dois post seguidos sobre o Rogério "Cena", também conhecido como "Presepeiro do Morumbi", "Proposta do Arsenal", "Narigudo Lobista" e outros epítetos igualmente adequados. Mas o problema é que ele não pára de fazer presepada. E como o narigudo está em evidência por conta da Libertadores, acabo voltando ao assunto. Todo mundo sabe que o Rogério Ceni se adianta pra pegar os pênaltis. Ok, ele não é o único a fazer isso. Mas nenhum outro goleiro liga pras emissoras de TV pra xingar quem ousa lembrar o passado que condena e busca enxergar a verdade atrás da cortina de fumaça, costumeiramente imposta por uma mídia vendida ou simplesmente burra. Primeiro, ele veio com putaria contra o Milton Neves (outro mané, aliás). Quando o apresentador comentou que ele se adianta demais nos pênaltis (verdade pura, diga-se), o mau-caráter teve a pachorra de dizer: "Se você continuar com isso eu não vou mais ao seu programa..." Realmente, ele se acha a última bolacha do pacote, mesmo. Agora, o Presepeiro veio com agressões ridículas contra a ótima Milly Lacombe, que desenterrou a história da Proposta do Arsenal. Antes de mais nada, vamos relembrar a história. Um belo dia, Rogério Ceni pediu um aumento no São Paulo. O clube não quis pagar e por conta disso, o Narigudo apareceu um dia com documento, supostamente vindo do clube inglês, demonstrando interesse em comprá-lo. A diretoria o multou, ele ficou uns dias sem jogar e coisa e tal. Ou seja, aprontou feio contra o clube, que hoje ele diz amar e coisa e tal. O documento, aliás, era tão falso quando ele. A Milly Lacombe fez o que se espera de um jornalista de verdade: não se sujeitou à superficialidade, à mediocridade. Desenterrou um caso que ficou muito mal explicado e do qual muitos não conhecem, até porque: 1) muitos garotos e garotas que hoje acompanham futebol mal haviam saído das fraldas quando o caso aconteceu. 2) O são paulino médio é um cara que não gosta de futebol, até ignora o assunto quando o time dele perde e, quando ganha, vem tirar sarro dos outros torcedores, mas ele mal sabe quem fez os gols do time. Por isso é bom que eles conheçam um pouco do passado do seu "herói". Você pode ver no You Tube a presepada que o Fidel Castro do Morumbi aprontou. O link é esse aqui. A música do ano Na verdade, essa música não é de 2006, e sim de 1986, se não me engano. Mas, puta merda, parece que foi feita ontem. Mas aí vale parafrasear um comentário do Plínio Marcos, quando falavam pra ele que suas velhas peças eram atuais. Não é essa letra que é atual, o Brasil é que não mudou e continua uma bosta... Inútil. (Ultraje a Rigor Letra e Música: Roger Rocha Moreira) A gente não sabemos escolher presidente, A gente não sabemos tomar conta da gente, A gente não sabemos nem escovar os dente, Tem gringo pensando que nóis é indigente. Inútil! A gente somos inútil! Inútil! A gente somos inútil! A gente faz carro e não sabe guiar, A gente faz trilho e não tem trem prá botar, A gente faz filho e não consegue criar, A gente pede grana e não consegue pagar. Inútil! A gente somos inútil! Inútil! A gente somos inútil! A gente faz música e não consegue gravar, A gente escreve livro e não consegue publicar, A gente escreve peça e não consegue encenar, A gente joga bola e não consegue ganhar. Inútil! A gente somos inútil! Inútil! A gente somos inútil! Inútil! AI-MEU-DEUS-DO-CÉU Uma das maiores (aliás, poucas) diversões de um jornalista é receber release. Sim, porque alguns são hilários de tão ruins. Textos mal escritos ou com erros grotescos de português são carne de vaca, mas alguns se superam. Tem aqueles releases com frases ou idéias estapafúrdias (o "gosto do frio" é um bom exemplo recentemente verificado), e aqueles que, ao se valer de um clichê, esquecem de averiguar se o uso da expressão "x" ou "y" é adequada ao assunto. A pior de todas foi de um release sobre um tema que envolve pessoas e entidades muito sensíveis: o dos deficientes. Brasil atropela a Bolívia e vai para a final da I Copa América de Futebol para Cegos Que falta de noção! postado por: MONOGLOTA 2:48 PM Comments:
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